Em todas os dias comemorativos com festas e feriados prolongados os meios de comunicação exibem reportagens sobre diversos assuntos relacionados à festa que está acontecendo .Neste Carnaval não foi diferente, um tema chamou a atenção e foi falado em vários canais de televisão: os rits do Carnaval da Bahia que segundo as matérias se disseminam por todo país.
A música da vez tem sido exaustivamente tocada em todos os cantos, do grupo baiano Parangolé (lindo nome!) a música Rebolaixon é o rit do momento. A cultura de massa é um fator de importância na sociedade contemporânea, produz um número elevado de itens como músicas, filmes, entre outros. Mas também dissemina valores que instituem comportamentos para os indivíduos. A música de massa é fenômeno inacreditável, uma vez que surgem estilos diferentes , com letras sem sentido, arranjos musicais com pouca ou nenhuma qualidade - é o caso da banda Djavù-, mas mesmo assim vira um febre. Porém neste Carnaval a música de massa principalmente a música baiana chega ao extremo, a música do rebolaixon praticamente só possui uma palavra que é repetida várias vezes.
Uma música que possui somente uma palavra conseguir se tornar uma das mais tocadas -ou a mais tocada- do momento é uma coisa sem explicação. Dizem que a festa, principalmente o Carnaval é um momento para se divertir e o que importa é o ritmo e não a letra. Ora, se é só o ritmo que importa poderiam poupar nossos ouvidos e excluírem uma letra tão vazia e irritante.
Na década de 1940 o filósofo alemão Theodor Adorno integrante da Escola de Frankfurt fez severas críticas à cultura de massa, a capacidade crítica é para ele um elemento importante no indivíduo, e a cultura de massa com seus produtos descarta racionalidade do consumidor. O rit do rebolaixon é um exemplo disso, pois a letra não diz nada, ou melhor diz, diz para o povo rebolar, rebolar , rebolar...uma alienação pura e simples. O argumento da valorização do ritmo em detrimento do conteúdo não é justificável, para se divertir não é preciso eliminar o bom senso.
A música de massa se superou dessa vez, e seus ouvintes nem se fala. O próximo passo deve ser uma música com uma sílaba , ou uma letra, se é que já não tem. A consequência disso tudo são indivíduos com mentes pequenas, rebolando, rebolando...rebolaixon xon xon. Alimentando uma indústria musical sem qualidade e sem significado. O reboleixon é um ode a ignorância, uma apologia à exposição do corpo, representa o declínio do bom gosto musical do brasileiro, com exceções é claro.
A música da vez tem sido exaustivamente tocada em todos os cantos, do grupo baiano Parangolé (lindo nome!) a música Rebolaixon é o rit do momento. A cultura de massa é um fator de importância na sociedade contemporânea, produz um número elevado de itens como músicas, filmes, entre outros. Mas também dissemina valores que instituem comportamentos para os indivíduos. A música de massa é fenômeno inacreditável, uma vez que surgem estilos diferentes , com letras sem sentido, arranjos musicais com pouca ou nenhuma qualidade - é o caso da banda Djavù-, mas mesmo assim vira um febre. Porém neste Carnaval a música de massa principalmente a música baiana chega ao extremo, a música do rebolaixon praticamente só possui uma palavra que é repetida várias vezes.
Uma música que possui somente uma palavra conseguir se tornar uma das mais tocadas -ou a mais tocada- do momento é uma coisa sem explicação. Dizem que a festa, principalmente o Carnaval é um momento para se divertir e o que importa é o ritmo e não a letra. Ora, se é só o ritmo que importa poderiam poupar nossos ouvidos e excluírem uma letra tão vazia e irritante.
Na década de 1940 o filósofo alemão Theodor Adorno integrante da Escola de Frankfurt fez severas críticas à cultura de massa, a capacidade crítica é para ele um elemento importante no indivíduo, e a cultura de massa com seus produtos descarta racionalidade do consumidor. O rit do rebolaixon é um exemplo disso, pois a letra não diz nada, ou melhor diz, diz para o povo rebolar, rebolar , rebolar...uma alienação pura e simples. O argumento da valorização do ritmo em detrimento do conteúdo não é justificável, para se divertir não é preciso eliminar o bom senso.
A música de massa se superou dessa vez, e seus ouvintes nem se fala. O próximo passo deve ser uma música com uma sílaba , ou uma letra, se é que já não tem. A consequência disso tudo são indivíduos com mentes pequenas, rebolando, rebolando...rebolaixon xon xon. Alimentando uma indústria musical sem qualidade e sem significado. O reboleixon é um ode a ignorância, uma apologia à exposição do corpo, representa o declínio do bom gosto musical do brasileiro, com exceções é claro.
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